Félix Rodriguez, artista plástico cubano é também conhecido como “O artista das Sapatilhas”. Não exatamente uma alusão ao seu passado glorioso como bailarino principal do famoso Ballet Nacional de Cuba (BNC), onde ainda hoje atua como mestre. Mas principalmente uma referência ao seu trabalho criativo de pintar sapatilhas de ponta descartadas pelas bailarinas (vide reportagem neste blog).
Foi também através do ballet que Félix começou a pintar e descobriu seu segundo maior talento, já que a dança ficou em primeiro lugar, durante toda sua vida. Ajudando na confecção dos cenários para os espetáculos do BNC ele aprendeu a lidar com cores e formas encontrando no acrílico um forte aliado para enfrentar a umidade excessiva da ilha e a agilidade mental espantosa: capaz de pintar dezenas de quadros em poucos dias precisa que tenham secagem rápida ou não teria como armazená-los.
Artista irrequieto não passa um único dia sem seus pincéis. Um simples pedaço de madeira, tronco de árvore, restos de construção como ladrilhos ou as pedras das ruas, conchas do mar, enfim, tudo pode virar uma obra de arte em suas mãos. É assim que passa seus momentos de folga: pintando. Mesmo com o ritmo frenético das turnês do BNC, quando chegam a passar meses viajando, Félix encontra tempo para seus pincéis.
Na reportagem: “O Artista das Sapatilhas” e nas fotos de alguns de seus quadros, um pouco do homem e do artista.
Foi também através do ballet que Félix começou a pintar e descobriu seu segundo maior talento, já que a dança ficou em primeiro lugar, durante toda sua vida. Ajudando na confecção dos cenários para os espetáculos do BNC ele aprendeu a lidar com cores e formas encontrando no acrílico um forte aliado para enfrentar a umidade excessiva da ilha e a agilidade mental espantosa: capaz de pintar dezenas de quadros em poucos dias precisa que tenham secagem rápida ou não teria como armazená-los.
Artista irrequieto não passa um único dia sem seus pincéis. Um simples pedaço de madeira, tronco de árvore, restos de construção como ladrilhos ou as pedras das ruas, conchas do mar, enfim, tudo pode virar uma obra de arte em suas mãos. É assim que passa seus momentos de folga: pintando. Mesmo com o ritmo frenético das turnês do BNC, quando chegam a passar meses viajando, Félix encontra tempo para seus pincéis.
Na reportagem: “O Artista das Sapatilhas” e nas fotos de alguns de seus quadros, um pouco do homem e do artista.
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